Segunda-feira, 1 de Dezembro de 2008

NEUROEDUCAÇÃO:)

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publicado por neuropsicologiaonline às 18:51
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Sexta-feira, 24 de Outubro de 2008

Discalculia

A discalculia caracteriza-se por um défice cognitivo no que concerne ás aprendizagens relativas ao campo dos cálculos - Matemática - vulgarmente designada.

 

Uma boa metodologia de correcção dos factores promotores desta disfuncionalidade podem corrigir este défice.

 

 

 

 

 

 


publicado por neuropsicologiaonline às 10:35
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Quinta-feira, 23 de Outubro de 2008

O Modelo de Pribram

O fisiologista Karl Lashley, realizou experimentos por mais de 30 anos na tentativas de localizar o engrama (local e estrutura responsavel pela memoria), treinava ratos de laboratorio para posterior mutilação seletiva do cérebro a fim de isolar o engrama.

Em todas as experiencias, a mutilação cerebral prejudicou um pouco o desempenho do animal mas em momento nenhum apareceram indicios de que o traço de memoria relacionada ao treino ter desaparecido por completo.Os experimentos de Lashley mostraram que era impossível isolar o engrama no cérebro de um rato. Ele concluiu que a memoria deveria se encontrar distribuida e repetida pela extensão cerebral. Os experimentos de Lashey são um tanto simplistas para serem aplicados em cérebros mais complexos como os dos mamiferos superiores mas suas conclusões parecem se estender a todos os animais.

Um fisiologista chamado E. Roy John e seus colaboradores desenvolveram ummetodo que detecta sinais de memoria ativa em cérebros vivos de ratos e gatos. O mesmo sinal aparece em vastas regiões do cérebro,confirmando as previsões de Lashley.

O neurocientista Karl Pribram trabalhou por algum tempo sob orientação de Lashley, conhecendo detalhadamente o experimento e os resultados obtidos na busca do engrama. No inicio da decada de 60 foi construido o primeiro holograma e, lendo artigos a respeito do funcionamento da fotografia holografica Pribram imaginou que o cérebro poderia funcionar de maneira similar e em 1966 escreveu o primeiro artigo associando o armazenagem de dados pelo cérebro à armazenagem de informações por um holograma dando inicio a teoria da mente holografica.

Um holograma é uma fotografia tridimensional feita com a ajuda de um laser.Para fazer um holograma, o objeto a ser fotografado é primeiro banhado com a luz de um raio laser. Então um segundo raio laser é colocado fora da luz refletida do primeiro e o padrão resultante de interferência (a área aonde se combinam estes dois raios laser) é capturada no filme. Quando o filme é revelado, parece um rodamoinho de luzes e linhas escuras. Mas logo que este filme é iluminado por um terceiro raio laser, aparece a imagem tridimensional do objeto original.

A tridimensionalidade destas imagens não é a única característica importante dos hologramas. Se o holograma de uma rosa é cortado na metade e então iluminado por um laser, em cada metade ainda será encontrada uma imagem da rosa inteira. E mesmo que seja novamente dividida cada parte do filme sempre apresentará uma menor. Diferente das fotografias normais, cada parte de um holograma contém toda a informação possuída pelo todo.

É, no entanto errôneo afirmar que a informação contida em cada metade do holograma ficou inalterada, na verdade, devemos comparar a divisão de um holograma com a divisão de uma janela. Ao dividirmos uma janela em duas partes não estaremos observando metades de paisagem em cada janela, mas deixaremos de poder observar a paisagem pela janela em determinados ângulos.

Ou seja, ao cortarmos o holograma, não estamos perdendo informações sobre determinada região da imagem mas sim de determinados ANGULOS em que a imagem pode ser observada. Paralelamente ocorre perda de nitidez no holograma. Caso não houvesse nenhum tipo de perda ao dividirmos o holograma, o holograma seria uma media para armazenamento de dados com capacidade infinita.

O conceito holográfico não deve, no entanto se limitar a diferentes ângulos de uma mesma imagem, qualquer tipo de informação, visual ou não pode ser armazenada em mídia holográfica, deste modo, não faz sentido relacionarmos exclusivamente ângulos ao nível de detalhamento da informação. O importante é o modo como a informação é armazenada e seus detalhes correlacionados.

Um dos criticos ao trabalho de Pribram, o professor Paul Pietsch, julgava absurda a teoria da mente holografica já que esta tinha implicações totalmente contrarias ao conhecimento e ao senso comum da época. Revoltado com o aparente absurdo da teoria, Pietsch resolveu se dedicar a derrubar-la e relegar-la ao esquecimento.

Pietsch idealizou uma serie de experimentos onde com uma serie de cirurgias e transplantes embaralharia o cérebro de uma salamandra na esperança de afetar o processamento da memoria e das demais funções cerebrais. Pietsch falhou e se viu obrigado a examinar e testar cuidadosamente as predições da teoria holografica.

Tais experimentos resultaram no livro : "SHUFFLEBRAIN -The Quest of Hologramic Mind" que já está em sua segunda edição e encontra-se , gratuitamente disponível online em : http://www.indiana.edu/~pietsch/shufflebrain-book00.htmle se tornou uma ótima referência sobre o assunto.

O livro ressalta que não podemos comparar adequadamente o holograma neural com um holograma optico. Para definir o estado de uma onda é necessário conhecermos sua amplitude e sua fase. Todas estas informações são aproveitadas por um holograma optico mas como as freqüências e energias encontradas nos neuronios não são comparaveis às da luz, Pietsch afirma que um holograma neural não teria condições de retirar codificar/decodificar informações aproveitando a amplitude dos sinais neurais. O holograma neural seria similar a um holograma acustico que é sensivel apenas as variações de fase de uma onda. O holograma acustico será discutido detalhadamente em momento posterior deste trabalho.

O modelo de Pribram propõe que a memoria não é armazenada de modo sequencial como num computador ou qualquer outro tipo de registro a que estamos acostumados mas sim em camadas de modo que cada unidade de memoria aumentará o nivel de detalhamento das informações ao invés de adicionar novas informações.

 

"A teoria diz que o cérebro, num dos estágios de processamento, executa suas análises no domínio das freqüências. Isto é realizado nas junções entre neurônios e não dentro deles. Desse modo, aumentos e diminuições locais, graduados de potenciais nervosos (ondas), de preferência a impulsos nervosos, são os responsáveis por isto. Os impulsos nervosos são gerados dentro dos neurônios e são usados na propagação dos sinais que constituem as informações ao longo de grandes distancias, através de extensas fibras nervosas. As variações de potencial, locais e graduadas, isto é, as ondas, ocorrem nas extremidades destas fibras nervosas, onde elas se ligam a ramos mais curtos que formam uma rede de interconexões entre neurônios. Alguns deles, agora chamados neurônios de circuito local, não possuem fibras longas e não apresentam impulsos nervosos. Funcionam basicamente, no modo de onda graduada, e são especialmente responsáveis pelas conexidades horizontais em lâminas de tecido nervoso, conexidades nas quais podem vir a ser construidos padroes de interferência semelhante aos holográficos.

 

Ao lado dessas especificações anatômicas e fisiológicas, acumulou-se um sólido corpo de evidencias, indicando que os sistemas auditivo, somático-sensorial, motor e visual do cérebro realmente processam, em um ou varios estágios, a entrada, vida dos sentidos, no domínio das frequências. Essa entrada distribuida deve então, de algum modo, talvwz por meio de mudanças na estrutura de proteinas nas superficies da membrana, ficar codificada sob a forma de traços de memoria distribuidos. As moleculas de proteina desempenhariam um papel auxiliar no holograma fotográfico neural."3.1

O funcionamento da mente como um grande processador de frequencias reforça o questionamento de Kant a respeito de nosso orgãos sensoriais e o modo como enxergamos o mundo que cerca nossa consciencia. É explorando estas caracteristicas que David Bohm consegue extrapolar o modelo holografico para a o mundo da Física reforçando sua busca por uma Física Quantica determinista e racional.

Antes de analizarmos as ideias de Bohm propriamente ditas, é preciso conhecer as discordancias existentes entre Bohm e a Fisica Quantica e estes são evidenciados no célebre "paradoxo EPR" e a questão da localidade x não-localidade.


 

Notas de Rodapé

...3.1
Wilber, Ken (2001) "O Paradigma Holográfico e outros paradoxos" 3a Edição - Editora Cultix.

Karl Pribram


publicado por neuropsicologiaonline às 06:18
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Domingo, 12 de Outubro de 2008

REDES

                     REDES             

Título: “Libres y conscientes, pero infelices” – emisión 14 (05/10/2008, 02:00 hs) – temporada 13

Entrevista de Eduard Punset con con Pierre Magistretti, neurobiólogo de la École Polytechnique Fédérale de Lausanne y uno de los autores del libro A cada cual su cerebro. Boston, mayo de 2008.

 

 

Pierre Magistretti:

¿Sabes? Tengo una metáfora sobre el inconsciente y el psicoanálisis. Creo que es como si

viviéramos en una casa, una casa grande, y nos percatáramos de que hay otra persona que

también vive ahí. Imagina que fuéramos al salón y viéramos que alguien ha movido los

ceniceros de sitio, o que la televisión está en otro lugar… nos daríamos cuenta entonces de

que hay…

Eduard Punset:

Alguien…

Pierre Magistretti:

Alguien que vive ahí, ¡pero al que no conocemos! Y creo que a través del proceso de

psicoanálisis, en algún momento llegamos a encontrarnos con esta persona, a conocerle un

poco… las cosas no cambian demasiado, ¡porque te sigue haciendo jugarretas! pero por lo

menos sabes quién es… ¡le has conocido!

Eduard Punset:

Sigues abriendo la puerta de la nevera y preguntándote: «¿qué diablos he venido a buscar?»,

¿verdad?

Pierre Magistretti:

¡Exacto!

Eduard Punset:

Porque lo has olvidado… es increíble.

Un armisticio entre dos disciplinas

Eduard Punset:

Bueno, afortunadamente, hay una especie de armisticio en una guerra que ha durado

muchísimos años. Yo la recuerdo… bueno, cuando tenía diez años y mi padre nos llevaba a lo

que llamábamos entonces «el manicomio». Y había una guerra sin cuartel entre los psiquiatras

o los neurólogos, por una parte, que decían: «oiga, lo importante son las leyes que gobiernan

el cerebro, y todo está en el cerebro», y lo que decían los psicoanalistas, que decían: «oye, no.

Todo depende del subconsciente: realmente somos únicos, en el sentido de que la experiencia

deja una huella y, sin conocer esta huella individual, es imposible estudiar realmente la

conducta y saber qué sucederá con esa persona», ¿verdad? Y, Pierre, al parecer es verdad que

ahora hay una especie de armisticio entre los neurobiólogos y los psicoanalistas. ¿Es cierto, o

qué significa exactamente?

Pierre Magistretti:

Creo que está empezando. Por supuesto, estas dos disciplinas, como decías, en el pasado

estaban en pugna y eran completamente opuestas: su contexto cultural, su lenguaje, sus

referencias… todo era completamente distinto. Sin embargo, ahora hay una idea, un concepto,

que se basa en datos experimentales: el concepto de plasticidad cerebral. Es decir, nuestro

cerebro no queda codificado una sola vez y para siempre al final del desarrollo cerebral, tras

la infancia o en la primera infancia, sino que cambia continuamente como resultado de la

experiencia. Evidentemente, los cambios suceden en un ámbito muy pequeño, que nosotros,

los neurobiólogos, denominamos «sinapsis», que es donde tienen lugar los contactos entre

neuronas. Tenemos alrededor de cien mil millones de neuronas, y cada neurona entra en

contacto con diez mil neuronas más. Por tanto, tenemos mil billones de sinapsis.

Eduard Punset:

¡Increíble!

Pierre Magistretti:

¡Eso es muchísimo! Pero, además, la experiencia modifica la eficacia de las sinapsis. Si

aprendes algo, si tienes una experiencia, entonces algunas de las sinapsis de una red concreta

serán más eficaces. Ésta es la base del aprendizaje y de la memoria. No obstante, lo

importante es que la noción de plasticidad (es decir, el hecho de que la experiencia modifique

el cerebro) constituye un puente, por así decirlo, entre la neurociencia y el psicoanálisis. La

«huella psíquica» y la «huella sináptica» son dos términos que pueden proporcionar un

puente, un lenguaje común entre estas dos disciplinas.

Eduard Punset:

Profundicemos un poco más en esto. Y veamos el papel del inconsciente en relación a las

huellas dejadas por la experiencia…

Pierre Magistretti:

El modelo que desarrollamos con François Ansermet incorpora el inconsciente sobre la base

de la plasticidad. Pero no se trata de una forma estricta de aprendizaje, hay algo más, porque

si solamente estuviéramos marcados por lo que aprendemos, por la experiencia que deja una

huella, ¡eso sería muy determinista! Se podría decir que cualquier cosa que hubiéramos vivido

en un momento dado de nuestra vida establecería lo que haremos en el futuro, ¡y eso sería

terriblemente determinista! Afortunadamente, creemos que no es así. Es cierto que hay una

relación directa entre la experiencia y la huella, y por tanto la memoria y el aprendizaje, pero

sucede más en el nivel consciente, cognitivo. Sin embargo, creemos que el inconsciente es

algo más complejo. La idea es que algunas de las huellas que ha dejado la experiencia pueden

reasociarse y crear nuevas redes, nuevas huellas, que de hecho están ahí, a escala sináptica, en

los circuitos neuronales… pero estas huellas no tienen una relación directa con la experiencia

original.

Eduard Punset:

…¡son distintas!

Pierre Magistretti:

Hay, por tanto, una discontinuidad en la creación del inconsciente: una discontinuidad entre la

experiencia, la huella y, luego, a través de la reasociación. Es como si mezcláramos un poco

las cartas…

Eduard Punset:

Sí. Eso es lo que te lleva a decir, que «estamos programados para ser únicos», ¿verdad?

Pierre Magistretti:

¡Exacto! Estamos programados… o estamos determinados para no estar determinados. Porque

introducimos la noción de la reasociación de huellas, que añade cierto grado de libertad en

nuestra conducta. Si no fuera así, seríamos como robots: todo vendría predeterminado, y no

cabría posibilidad alguna de que surgiera la individualidad, lo que nos hace únicos, la

singularidad.

Eduard Punset:

Gracias a tu investigación y a la investigación de otros expertos, empezamos a saber algunas

cosas; pero es increíble pensar que millones y millones de personas vivieron, pasaron por el

mundo y desaparecieron, murieron, sin saber jamás qué demonios estaba pasando en su

interior, ¿sabes?

Pierre Magistretti:

Bueno, es que todo esto es muy difícil… en primer lugar, creo que también hay un punto de

vista ideológico: somos racionales, creemos que somos individuos racionales, y queremos

explicarlo todo (y creo que eso está bien, sienta las bases para la investigación científica),

pero el caso es que queremos pensar que somos los dueños de nuestro destino, que todas las

decisiones que tomamos se basan en evaluaciones racionales. Y no me atrevo a afirmar que

nunca sea así, a veces sí, claro; pero nos cuesta admitir que las decisiones se toman mediante

procesos inconscientes. ¿Sabes? En cierto modo, esto no debería frustrarnos o darnos miedo,

¡ porque el inconsciente somos nosotros mismos! ¡No es algo externo! Es lo que somos… de

hecho, nuestra propia esencia es el inconsciente.

Eduard Punset:

¡Lo único que pasa es que no lo conocemos!

Pierre Magistretti:

Simplemente nos resulta difícil llegar a conocerlo.

Eduard Punset:

El psicoanálisis utilizaba mucho lo que llamamos diálogo verbal para profundizar en el

inconsciente. Y parece ser que ahora, pensando en el futuro, existe la posibilidad de que a

través de fármacos, tomando pastillas, se pueda facilitar esta verbalización para conocer qué

es la plasticidad. ¿Puedes imaginarte algo así?

Pierre Magistretti:

Es algo muy especulativo, pero es interesante que lo menciones, porque lo he pensado alguna

vez. Ahora conocemos los mecanismos, muchos de ellos, aunque probablemente haya muchos

más… pero conocemos buena parte de los mecanismos que entran en juego en la plasticidad

sináptica. Y sabemos, por ejemplo, que las sinapsis, los contactos entre neuronas, están en una

especie de «matriz extracelular», un medio que las mantiene en forma. Sin embargo, también

sabemos que se puede modificar químicamente este entorno para aumentar la movilidad de las

sinapsis. Pero hay que tener en cuenta que esto es pura especulación.(cont…)

Todos os direitos  reservados aos autores©2008

 

 


publicado por neuropsicologiaonline às 13:32
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Sexta-feira, 10 de Outubro de 2008

A EQUAÇÃO DO AMOR

El Amor Universal

Hay muchas formas de entender el amor, el amor entre padres e hijos, entre otras relaciones familiares, la amistad, el respeto, el amor sexual, el amor por las cosas y otros sentimientos de amor.

El concepto que recoge el elemento común a todos estos tipos de amor es el que mejor representa qué es el Amor Universal, precisamente por resaltar que no está referido a nada en concreto.

En principio, existe un paralelismo interesante entre amor y atracción de la gravedad. Ambas fuerzas son generales, naturales, invisibles, potentes...Es el enigma de la gravedad del amor.

En algunas ocasiones había pensado qué es el amor universal y qué forma matemática podría tener la Ecuación del Amor como ejercicio de relajación mental, pero nunca había pensado que pudiese suponer nada más que eso, un entretenimiento simpático. Bueno, ¡quizás sí, nunca se sabe!

Sin embargo, cuando se me ocurrió la ecuación matemática, me di cuenta que eran unos parámetros sugestivos, que además tenían cierto significado físico y, por último, cuando la relacioné por sustitución con la ecuación de Albert Einstein de E = m c² y salía la fórmula de la gravedad de Newton me quedé un poquito perplejo.

De nuevo aparecía el enigma de la gravedad del amor.

Así que he decidido dar a conocer este particular enigma del mundo del amor y desorientar a alguien más:

 

La Ecuación del Amor  

Lo primero sobre qué es el amor en física y los parámetros de la Ecuación del Amor es que debería tener una constante "K" como la fórmula de la aceleración de la gravedad; de hecho, si existía la fórmula del amor debería ser algo parecida, pues en cierta forma, es una especie de energía, fuerza o atracción.

Una segunda reflexión fue que esa constante podría ser negativa o positiva, es obvio que esa fuerza de atracción, a veces, es de repulsión.

Observando la vida, uno se da cuenta que les coge cariño no sólo a las personas sino también a las cosas y que, en definitiva, el amor es un paseo juntos en el espacio y el tiempo.

Por lo tanto, la amistad y la atracción serán mayores en función directa del tiempo, cuanto más tiempo juntos, más amor.

Respecto del espacio, la función sería inversa, cuanto más cerca, mejor, salvo los casos de constante negativa que sería lo contrario. También podría ser que dicha función inversa lo fuese respecto de su cuadrado, sobre todo, vistos los antecedentes históricos de fórmulas semejantes.

En consecuencia, la Ecuación del Amor será algo parecido a:

A = K t / e²

Si quisiéramos eliminar la posibilidad de que la constante sea negativa para sentir mejor la belleza de la ecuación, no tendríamos más que elevar al cuadrado toda la ecuación, así nos queda:

A² = K² t² / e4

Como K² seguirá siendo una constante la podemos llamar G. En cuanto a su valor y sus unidades, en principio ni idea, pero podemos suponer que tanto el valor como las unidades son las mismas que las de la constante universal de la ley de la gravedad, porque seguro que existe alguna relación entre la gravedad y el amor. Queda bien, para eso es universal y además después veremos la utilidad de esta suposición.

También podemos definir A como A², con lo que finalmente nos quedaría que el amor es igual a:

 

Donde G = 6,67 * 10-11 (m³/kg s²) ó (N m² / kg²)

 

 

 


publicado por neuropsicologiaonline às 23:46
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Terça-feira, 30 de Setembro de 2008

Como funcionam os trilhos neuronais envolvidos na ansiedade e no medo?

José Miguel Pêgo, médico anestesiologista e investigador na Universidade do Minho, defendeu muito recentemente a sua tese de doutoramento sobre a influência do stress na estrutura da amígdala, estrutura cerebral com importância nas emoções. Para além de ter identificado uma dicotomia no comportamento induzido pelo stress, o investigador descreveu ainda a importância dos vários componentes da resposta ao stress nas alterações estruturais envolvidas em comportamentos como o medo e a ansiedade. No futuro, o cientista vai continuar a desenvolver trabalho nesta área, mas vai ainda iniciar uma nova linha de investigação em Portugal sobre a toxicidade dos anestésicos gerais no período neonatal

 

Como é que comportamentos emocionais, como o medo e a ansiedade são afectados pelo stress crónico? Esta foi a pergunta de partida para a tese de doutoramento do médico José Miguel Pêgo, investigador na Escola de Ciências da Saúde da Universidade do Minho.

Uma dos resultados dos vários estudos efectuados em ratinhos é que o stress crónico induz comportamento ansioso, mas não afecta o comportamento do medo. Essa ansiedade induzida pelo stress está correlacionada com um aumento do volume do núcleo da estria terminal, uma estrutura da chamada amígdala estendida e que está envolvida na regulação do eixo hipotâlamo-pituitário-suprarenal. Esse aumento não acontece na amígdala propriamente dita e deve-se a uma remodelação dendrítica.

Segundo disse à Edit on Web José Miguel Pêgo, "o ponto principal deste trabalho é que se encontrou uma dicotomia entre o comportamento de medo e a ansiedade (que estão relacionados, mas são diferentes em determinados aspectos) nos animais sujeitos a tratamento com corticosteróides [mediadores hormonais que activam os receptores cerebrais implicados na regulação do comportamento emocional] ou stress crónico imprevisível [CUS, na sigla em inglês]. Esta dicotomia encontrou uma correlação com uma dicotomia de alterações morfológicas que ocorrem no núcleo da base da estria terminal [BNST, na sigla em inglês] mas não na amígdala".

"Iniciámos sempre as investigações através do estudo da amígdala, porque seria a estrutura mais intimamente associada ao comportamento emotivo, segundo a literatura. A ausência de alterações significativas e a dicotomia de comportamento levou-nos a estudar o BNST, que estabelece a ligação entre todo o sistema límbico (no qual se inclui a amígdala) e os centros que regulam a resposta ao stress e o comportamento, sobretudo o comportamento ansioso", acrescenta o investigador.

Recorrendo a métodos como estimativas estereológicas do núcleo da estria terminal e da amígdala e a reconstruções a três dimensões de neurónios, "o que é surpreendente nestes resultados é que sempre se pensou que a amígdala estaria envolvida nos vários aspectos do comportamento emotivo, embora o mais estudado seja o medo (sobretudo por ser mais fácil de estudar). No entanto, também se sabe, após os vários estudos de Michael Davis que o BNST estará mais envolvido na ansiedade do que a amígdala", frisa o investigador.

Sobre o resultado de acordo com o qual não houve alterações estruturais significativas na amígdala quando sujeita a stress induzido ou a tratamento com corticosteróides, José Miguel Pêgo e a sua equipa acreditam que a explicação reside no facto da "amígdala estar envolvida em aspectos emocionais do comportamento (medo) que são essenciais à sobrevivência do indivíduo (porque estabelecem respostas imediatas) e, por isso, mais resistente às alterações induzidas pelo stress. O BNST parece ser mais plástico, além de estar na confluência de várias redes neuronais que modificam o comportamento do indivíduo em resposta ao stress. Estas características parecem ideais para gerar comportamentos de apreciação global das situações e elevar os níveis de alerta perante as condições do dia-a-dia".

Como estes resultados identificaram em detalhe as alterações estruturais provocadas pela exposição ao stress (ao nível da morfologia dendrítica e do número de sinapses), será possível sugerir novos alvos terapêuticos.

Outro dos objectivos do trabalho de José Miguel Pêgo era saber qual a importância dos mediadores hormonais e centrais da resposta ao stress e o seu papel nas alterações neuroanatómicas. Confirmou-se que os corticosteróides medeiam os efeitos comportamentais e estruturais ao stress no BNST.

Mas porque há sempre um gene envolvido, José Miguel Pêgo quis ainda caracterizar os neurónios activados e a expressão dos genes de activação no núcleo do BNST em condições padrão ideais e após a exposição estímulos que desencadeiam a ansiedade. Para isso usou técnicas de extracção de áreas celulares a laser e mapeou a expressão do gene c-fos nas diferentes divisões nucleares do BNST em dois grupos de ratos (grupo controlo e grupo de ratos «stressados) a fim de comparar a sua activação.

Verificou-se que o gene c-fos é expresso em cerca de 30 minutos, o que ocorre quer em condições padrão ideais, quer em resposta a estímulos. Constatou-se ainda que o stress crónico altera a activação específica no núcleo do BNST, indicando que tem um padrão heterogéneo de activação.

 

 

Fonte:Filipa M. Ribeiro ©2008

 

Link:http://www.editonweb.com/Noticias/NoticiasDetalhe.aspx?nid=1556&editoria=7

 

 

 

 

 


publicado por neuropsicologiaonline às 11:20
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Ética: nanoprodutos e investigação sobre o cérebro são desafios do futuro

O vencedor do prémio Bioética ETHOS 2008 defende que os nanoprodutos e a investigação sobre o cérebro são os desafios com que a sociedade se confrontará no futuro próximo.

Henk ten Have, médico e filósofo holandês de 57 anos, recebeu ontem o prémio do Instituto de Bioética da Universidade Católica Portuguesa na Fundação Calouste Gulbenkian. O especialista é docente da cadeira Bioética Internacional no Centro Médico Nijmegen da Universidade de Radboud, na Holanda.

"Há todo o género de nano materiais que são tão pequenos que não sabemos que riscos representam se forem introduzidos no corpo humano", afirmou. "Nem sequer podemos medi-los, já que são feitos numa escala totalmente diferente, e apesar de sabermos que podem ser perigosos em animais, não temos ideia do seu impacto nos seres humanos".

"Os nanomateriais podem ser usados para tudo. Novas substâncias estão a ser usados por exemplo em cosmética, já que podem ser introduzidos muito facilmente na pele, como também em pneus, por exemplo, para os tornar mais resistentes".

Aludindo à investigação sobre o cérebro, onde se estudam maneiras de influenciar e manipular o comportamento humano, Henk ten Have, alertou para a existência de nanomateriais que podem ser introduzidos no cérebro, sem que a população tenha noção do seu impacto.

A UNESCO criou dois comités sobre as questões da ética na nanotecnologia e na ética na investigação sobre o cérebro. O holandês dirige a divisão de Ética, Ciência e Tecnologia. “Para a maioria dos países, numa escala global, há questões bem mais básicas por resolver, porque muitas populações carecem de meios para aceder aos próprios cuidados de saúde", alertou. "Têm doenças como a malária e a tuberculose que nem sequer podem ser tratadas por falta de dinheiro e recursos", explicou.

Na sua perspectiva, "a um certo nível há um grande fosso entre a discussão nos países desenvolvidos sobre o impacto dos avanços científicos e o que se passa no resto do mundo onde faltam os recursos básicos".

É por isso que a grande esperança de Henk ten Have é "uma maior aproximação entre esses dois mundos, tornando as novas tecnologias mais úteis para os habitantes dos países em desenvolvimento e não apenas para os dos países ricos".

"A questão que se coloca é como podemos distribuir os avanços científicos e tecnológicos para que a maioria da população possa beneficiar deles, cabendo aos políticos agir para que assim aconteça", concluiu.

O tema escolhido para esta primeira edição do ETHOS foi a Declaração Universal de Bioética e Direitos Humanos aprovada em 2005 pela UNESCO, a agência das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura, principal organização internacional que trata as questões relacionadas com a bioética.

Para o investigador o prémio representa "o reconhecimento da importância da bioética e do trabalho da UNESCO".

Fonte / Escrito por: Publico; Lusa 


publicado por neuropsicologiaonline às 10:57
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Quarta-feira, 24 de Setembro de 2008

WAKE UP CALL... YES LOVE ARE YOU IN SKY OR HELL????

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publicado por neuropsicologiaonline às 00:09
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Terça-feira, 23 de Setembro de 2008

I M THE MOUTAIN I M THE SEA... I HAVE THE TWO OF YOU INSIDE ME!


publicado por neuropsicologiaonline às 00:13
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Quarta-feira, 17 de Setembro de 2008

NEUROPSICOLOGIA ONLINE

As características diferenciais entre o SA bitemporal e o SA diencefálico são resumidamente as seguintes:

l  SA bitemporal

l  Amnesia anterógrada

l  Esquecimento rápido

l  Amnesia retrograda limitada

l  Deficiência de armazenamento ou processamento

 

l  SA diencefálico

l  Amnesia  anterógrada

l  Esquecimento normalidade

l  Deficit em codificação ou analise

l  Amnesia retrograda extensa

 

 

 

 

 

 

                                                       


publicado por neuropsicologiaonline às 08:35
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